Archive for the ‘ciência’ Category
Ensino De QuÃmica Para Deficientes Visuais
O estudo de quÃmica
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A quÃmica ajuda a compreender o mundo que nos rodeia, permitindo tomar consciência do que não pode ser facilmente representado. Assim, a aquisição e compreensão dos conhecimentos básicos inerentes a estas disciplinas é de grande importância e a sua omissão traduz uma lacuna na informação e formação do aluno deficiente visual. O seu ensino não terá como objetivo transformar os alunos em cientistas, mas fazer com que compreendam alguns fatos da vida diária.
O estudo da quÃmica e outras ciências abre-lhes perspectivas no campo da escolha de profissões. Não há razão para que um deficiente visual não seja capaz de trabalhar num laboratório quÃmico .
Para tal, deve dominar as bases do conhecimento e método Read the rest of this entry »
No CommentsDrauzio Varella
DRAUZIO VARELLA
O médico contratado da Rede Globo de Televisão, Drauzio Varella, fala sobre um assunto polêmico, controverso e de muitas nuanças que cientistas tentam explicar, mas não conseguiram a atingir seus objetivos. Em artigo publicado na Internet ele afirma o seguinte: Éramos todos negros – “A você que se orgulha da cor da própria pele (seja ela qual for), tenho um conselho: não seja ridÃculoâ€. QuerÃamos de antemão dizer ao Dr. em epÃgrafe que ele não é dono da verdade e não têm o direito de soltar o verbo e cognominar todas as pessoas de ridÃculas. Aliás, citado médico sente-se orgulhoso, portentoso por estar no écran da – Globo. Faz a seguinte conotação em sua matéria: Read the rest of this entry »
No CommentsJuventude, Cultura, Vulnerabilidade E PolÃticas Públicas
JUVENTUDE, CULTURA, VULNERABILIDADE E POLÃTICAS PÚBLICAS
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Ivonete Sacramento
Magali Santos Ferreira*
Marta quadros Fernandes**
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INTRODUÇÃOÂ
Ser jovem nos dias de hoje não é uma tarefa fácil: a pobreza, o desemprego, a falta de perspectivas de um futuro melhor são alguns desafios enfrentados pelo jovem neste século. Mas, diferente do que se reproduz no senso comum, os jovens não são sinônimo de problema. É o que constatou o Relato Mundial da Juventude 2005.
As polÃticas públicas adotadas no mundo e, especificamente, no Brasil necessitam mudar a visão de juventude, para que os jovens tenham oportunidade de participar ativamente da sociedade em que estão inseridos.
Procurando ampliar as discussões acerca da juventude brasileira, neste artigo, tomaram-se por base alguns artigos da Drª Maria Rita Kehl, reunidos com o tÃtulo Read the rest of this entry »
No CommentsA PolÃtica Da Bioética E Da Ética Do Patrimônio Genético,
Carlos A. Cursino Roriz é mestre pela UnB no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS), em PolÃtica e Gestão de Desenvolvimento Sustentável. Artigo enviado pelo autor ao ‘JC E-mail’:
Segundo Volnei (JC 2762, 2005), a tentativa de criação do Conselho de Bioética nos EUA no governo de Jimmy Carter foi fracassada, mas ao meu ver isto era esperado dada a condição polÃtica em que se colocam os paÃses integrantes do Grupo G8.
Embora fato confirmado, pode parecer estranho, mas tem sentido, que os EUA, lÃder das potências do G8, não tenham se interessado desde aquela época pela criação da sua instituição na responsabilidade pela atividade da área da Bioética.
Existe interesse polÃtico das potências sobre os Read the rest of this entry »
No CommentsEducação E Educação Escolar
Educação e Educação escolar
Neri de Paula Carneiro – Mestre em Educação
Filósofo, Teólogo, Historiador
Leia mais:Â http://www.webartigos.com/; www.brasilescola.com.br
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Muitas vezes nos deparamos com a indagação: o que é educação? Educação é a mesma coisa que sistema escolar? Antes responder à pergunta, vamos fazer uma breve caracterização e, com isso podemos melhor entender o alcance daquilo que se entende quando falamos em educação, sobre sistema educacional ou sistema escolar.
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Educação
Podemos dizer que não encontramos um sentido unÃvoco para esse termo. Educação é algo tão abrangente quanto as relações humanas. Podemos confirmar isso a partir da afirmação de C. R. Brandão (1985) que, nas primeiras linhas de “o que é educaçãoâ€, afirma:
“Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de Read the rest of this entry »
No CommentsA Formação Do Caráter De Grupo E A Concepção De Poder Do Policial, Parte II
A formação do caráter de grupo e a concepção de poder do policial, Parte II do ensaio ”a cronologia do banditismo policial”Â
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           Após introjectar em seu âmago o mais profundo sentimento de subserviência a ideais que não sabe bem ao certo o que realmente vem a ser, o policial passa a reconhecer no superior hierárquico (e mesmo nos pares mais antigos) caracterÃsticas que deseja possuir, traços que deseja sinceramente inserir em sua personalidade profissional. Isto se dá em resposta a mobilidade sofrida de uma condição profissional vivida para outra oposta, pregada até por alguns de seus educadores como drasticamente distinta da experimentada na formação, este reconhecimento parte da firme convicção do neófito em observar a sua necessidade de adquirir caracteres que o Read the rest of this entry »
No CommentsO Homem, Que Realidade É Essa?
O homem, que realidade é essa?
As pessoas vivem em grupos. Essa constatação não representa a realidade total da evolução do ser humano nem da sociedade humana; também não esgota as caracterÃsticas do ser humano, hoje visto e entendido como ser de relações. Outras questões precisam ser respondidas: as pessoas sempre viveram e sempre quiseram viver em grupo? O que moveu os indivÃduos a se agruparem?
Parece que não é errado dizer que nem sempre os seres humanos viveram em grupo, formando o que chamamos de sociedade. Também não erramos quando afirmamos que o ser humano está, constantemente, insatisfeito.  E se está insatisfeito é porque possui necessidades. Essa parece ser a principal e, talvez, primeira explicação para a organização das sociedades humanas. Read the rest of this entry »
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